Bolsonaro: o discurso de um líder

Para quem quer assistir a tão esperada “Reunião Ministerial de 22 de abril”, oriento que se acomode em uma confortável poltrona, pois é uma narrativa de 1h54min em que é possível acompanhar um governo preocupado com o presente e com o futuro de uma nação, tornando-se um exemplo épico de um seleto grupo de pessoas orientadas para esse fim.

A reunião ocorreu por solicitação do ministro chefe da Casa civil, que rapidamente teceu um esboço para o “Programa Pro Brasil” que será planejado e implementado para os próximos 10 anos, ou seja, até 2030. O ministro ressaltou que é uma política de Estado e não de governo, e pediu para todos contribuírem para o plano ter efeito. Segundo ele, o programa tem por objetivo integrar ações estratégicas para retomar do crescimento socioeconômico em relação ao coronavírus, e cada ministério deveria, em outras reuniões, trazer o seu projeto para alinhamento.

Durante toda a reunião, os ministros puderam falar, e o chefe do executivo, presidente Jair Bolsonaro, fez uso da palavra em vários momentos.

Quase duas horas de reunião, mas que duraram mais, pois por vários momentos voltei a imagem para ouvir de novo e de novo o que era dito, pois foi empolgante ver e ouvir um presidente defender valores e direitos como nenhum outro jamais o fez, ao menos nos bastidores, pois nos palanques isso é normal.

Disse, Jair Bolsonaro, que no momento em que qualquer um achar dinheiro de empreiteiro em sua conta, pode pedir o impeachment, sem problema nenhum.

Reforçou que o Ato Institucional 5 não existe mais no Brasil, mas que as pessoas podem empunhar cartazes, pois possuem o direito de se expressar.

Reforçou que não tem amor a cadeira de presidente, ou seja, não lançará mão de meios inescrupulosos para permanecer no poder, e se em 2022 o povo quiser escolher outro presidente, que assim seja feito.

Mostrou humildade em dizer que muitos ali sabem muito mais que ele, mas que sobretudo quer que todos os ministros acordem para a política, “saiam da toca” e assumam a posição adotada pelo governo.

Nesse sentido, cobrou posicionamento do então ministro da Justiça, Sergio Moro, que, aliás estava apático durante toda a reunião e inclusive foi o único que saiu antes do término.

Inclusive, tal pressão ao ministro Moro foi por justas posições, pois segundo Bolsonaro estavam ocorrendo abusos de todas as ordens pelo Brasil, e o ministro não se posicionava. Por exemplo, quando mulheres e trabalhadores estavam sendo algemados e colocados em camburão. E que prefeitos e governadores estavam nitidamente causando terror e lançando mão de vários decretos colocando em risco a liberdade das pessoas. Sobre isso, ainda disse que vai reforçar a questão do armamento para as pessoas. Pois, defende, que “um povo armada jamais será escravizado”.

Bolsonaro disse que não vai deixar o barco (Brasil) afundar, e que, se necessário for, iria sim interferir em todos os ministérios.

O presidente lamentou a falta que tem de relatórios de inteligência de qualidade de seus órgãos, como Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Polícia Federal (PF) e outros. Bem frisou que um presidente não pode ficar desinformado, ele deve ter informações de qualidade para bem comandar o país.

Inclusive, sobre sua interferência, falou sobre o Inmetro e a determinação que deu para não normatizarem a substituição de tacógrafos, taxímetros e inserirem chips em bombas de combustíveis, um gasto a mais para todos os profissionais que atuam nesse segmento.

Deixou claro que o governo é submisso ao povo, que não vai dar ordens ilegais aos ministros, que o governo não tem denúncia de desvio de verbas, e que o destino do Brasil está nas mãos deles.

Explicitou que muitos em Brasília ganham em média 100 mil reais por mês, e que essas pessoas não sabem o que é o povo, não sentem o cheiro do povo, e por isso tomam decisões e atitudes que não objetivam a melhoria da qualidade das pessoas.

Ainda, citou o exemplo do irmão que é militar, e um meio de comunicação inventou que ele fora expulso de um açougue pois estava sem máscara. O irmão teve de provar que nem estava na suposta cidade. A família toda do presidente é alvo constante, e ele, como presidente, não pode deixar a imprensa destruir a família dele, e fará o necessário para preservá-los, mesmo que seja necessário fazer trocas na Polícia Federal ou, inclusive, de ministros.

Para finalizar repetiu seus fundamentos, “quem não aceitar as minhas bandeiras, família, deus, brasil, armamento, liberdade expressão, livre mercado, quem não aceitar isso, está no governo errado”.

Alguns ministros falaram e deram contribuições, mostrando que estão preocupados com a saúde, com a economia, legislações que devem ser alteradas. Mas todos alinhados que o Brasil estava no caminho certo, estava crescendo e com boas iniciativas em cada área.

Salientou-se por exemplo, as dificuldades de gerência que o Banco do Brasil possui por ser misto; outros reforçaram a questão dos valores do novo governo, pátria, família, valorização de todos os povos que aqui vivem; sobre o incentivo que dão para as empresas que passam por dificuldade no momento atual; na preocupação com a autonomia do plantio de trigo; no incentivo em liberar áreas que chamam o turismo, como jogos em cassino por exemplo; e por aí vai.

Esse foi um breve resumo de toda a reunião, haveria mais ainda, mas é o suficiente para mostrar que o país é liderado por alguém que possui e estimula valores, que dá autonomia para ministros, mas cobra resultados e posicionamentos.

Portanto, quem tiver um tempo, é um grande aprendizado ver essa reunião ministerial, nítido exemplo de como um governo, diante de todas as dificuldades, atua para o bem maior.

Vendo a reunião, fico feliz em lembrar que aquele homem foi merecedor do meu voto. Em 2022 espero vê-lo novamente como candidato!

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