Lixo ao invés de cérebro

Em pleno 2017, alguém que joga lixo na rua só pode ter lixo na cabeça.

Não dá para acreditar, mas mesmo com ampla conscientização de todos os lados e meios, buscando educar as pessoas a darem um destino correto para o lixo que produzem, algumas pessoas insistem em agir como idiotas e jogam lixo nas ruas e terrenos baldios.

Isso atinge a todas as classes e idades. Do carro que custa 80 mil reais sai um papel de bala, uma bituca de cigarro. Do menino que sai da escola no bairro, uma bolinha de papel que joga em seu colega durante a caminhada até a sua casa. A pessoa que troca o seu colchão deposita o velho em algum canto, de preferência em algum terreno baldio que fique bem longe do seu lar doce lar.

Tantos exemplos poderiam ser ditos, ainda, para ilustrar a incapacidade de algumas pessoas de evoluírem, de buscarem um ambiente melhor para viverem.

Hoje, passa o caminhão de coleta de resíduos em todos os lugares, mas é uma pena que não possuam detectores de certos tipos de pessoas, pois se tivessem estaríamos livres de alguns, dentre eles aqueles que entulham o terreno alheio ou a via pública com o seu próprio lixo.
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A imagem ilustra o dito, cujo autor de tamanha porquice foi detido em Guaramirim, pela PM, no domingo, 26, após denúncias.

imagem: https://www.facebook.com/pmdejaraguadosul/photos/a.464374176914935.111039.464078576944495/1483039935048349/?type=3&theater

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