Sem mídia de oposição

Quando uma gestão detém o poder midiático nas mãos, a oposição fica sem “meios” de erguer a voz.

Atualmente é esse o cenário jaraguaense, em que o chefe do executivo possui “forte influência” nas empresas de comunicação, como jornal, rádios e sites de notícias.

Dessa forma, a única maneira de serem defendidas as posições contrárias a sua gestão é justamente pelas redes sociais, em que o espaço é aberto e gratuito, e ninguém sofre de pressões por não concordar com suas ideias. – Diga-se, pressões do tipo: “esta é a linha de pensamento, se não concorda, passe no RH”.

Por quatro anos a agenda jornalística será ditada pelo executivo, controlando os temas que serão discutidos, da maneira que serão discutidos. Alguns comunicadores até podem parecer de posição contrária, mas no fundo são influenciados por um ou outro motivo.

Ah, se tivéssemos jornais de linhas editoriais diferentes, rádios de posição e oposição, pois o jogo dos argumentos ficaria equilibrado, a busca pelas informações ocultas fascinariam os repórteres. Quem ganharia com isso seria o público, que seria forçado a uma reflexão para tomar partido.

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