"O amor reduz vícios"

É comum ouvirmos piadas sobre o casamento, algumas dizem que é melhor ficar solteiro a “enrolar uma corda no pescoço”.
Essas piadinhas, de certa maneira, não deixam de ser a mais pura verdade; contudo, por outro lado, não deixam de ser a mais pura mentira.
Parece confuso, mas é simples. Ou seja, tudo depende de como olhamos e vivenciamos o casamento.
Para aqueles que estão casados e, principalmente, para os solteiros, aí vai um forte argumento para permanecer com a aliança ou para comprar uma, ainda mais quando da união resulta um relacionamento formal, de papel passado e tudo.
Segundo estudos divulgados pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, os relacionamentos amorosos exercem uma forte influência de proteção ao uso e abuso de álcool e outras drogas.
O citado estudo acompanhou 909 alunos do ensino fundamental e médio de dez escolas públicas norte-americanas por até dois anos após o término do ensino médio. Foram feitos questionários para acompanhar o consumo de álcool e outras substâncias entorpecentes.
Foram considerados, para tanto, os seguintes relacionamentos:
– Casamento;
– Coabitação sem casamento;
– Namoro sem coabitação;
– Solteiro.
A pesquisa demonstrou que o fato de morar junto, com ou sem casamento, bem como o namoro, apresentam resultados que evidenciam a redução do ato de beber com excessos.
Também evidenciou-se que os formalmente casados, em comparação com os solteiros, demonstraram uma diminuição significativa ainda maior do consumo pesado do álcool.
Em outras palavras: CASAR FAZ BEM, principalmente à moda antiga, perante o padre ou pastor; e no cartório, perante o juiz de paz e as testemunhas.
Traduzindo em outras palavras: Quem possui um relacionamento amoroso e comprometido quer ver a pessoa ao lado sorrindo, e não aflita por ver o seu companheiro alcoolizado ou drogado. Pois quem é contumaz nesse ato, é egoísta e pouco se importa com o outro.
Também há de se ressaltar que embora a pesquisa revele fatores positivos, também ocorre a falta de companheirismo e amor no casamento, principalmente quando os parceiros são mal escolhidos, e que desde o namoro já usam e abusam do álcool e outras drogas, além de outros comportamentos negativos, é claro. Se isso ocorre, significa que a pessoa não se importa com quem está ao lado. Ou seja, não ocorre um relacionamento, pois para que isso ocorra é necessário uma união de pensamentos e corações, os dois devem estar comprometidos, e não somente um; pois se é somente um, não é relacionamento, é óbvio. 
Dessa forma, para aqueles que ainda não são casados, sugiro que não se baseiem apenas pela beleza externa, ou pelo salário (como muito acontece), mas observem o interior, os sentimentos e as condutas; e se julgar necessário meta um grande pé no traseiro do seu parceiro ou parceira, pois há muita gente boa querendo fazer uma mulher ou um homem feliz.
Tenha sempre em mente que as pessoas que são incapazes de ter um relacionamento sincero, fiel e amoroso, também, muito provavelmente, serão incapazes de orientar, cuidar, e amar decentemente seus maiores bens: os filhos. 

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